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Trabalho híbrido torna funcionários mais saudáveis e produtivos, indica estudo

Trabalhadores que atuam sob um regime híbrido tiram menos dias de licença médica, ficam menos estressados e apresentam níveis melhores de saúde e bem-estar, na comparação com aqueles que trabalham presencialmente, indica pesquisa com trabalhadores híbridos nos Estados Unidos e no Reino Unido feita pelo International Workplace Group (IWG).

A pesquisa foi realizada pela Censuswide com 4.002 trabalhadores híbridos nos dois países entre 20 e 24 de fevereiro de 2025. Mais de um terço (36%) desses trabalhadores tiram menos dias de licença médica graças à flexibilidade, e 74% dedicam mais tempo à saúde preventiva, como exames regulares, check-ups e mudanças no estilo de vida.

“Os modelos de trabalho híbrido têm se mostrado uma solução estratégica para empresas e trabalhadores no Brasil e no mundo (…). Em um mercado cada vez mais exigente, essa abordagem não só contribui para a saúde física e mental dos colaboradores, como também eleva a produtividade e o engajamento das equipes”, diz Tiago Alves, CEO Brasil do IWG.

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Dentro os trabalhadores no modelo híbrido, 70% sofrem menos com condições de saúde relacionadas ao estresse, e 72% dizem conseguir gerenciar melhor qualquer condição de saúde existente. O tempo economizado com deslocamentos diários é apontado como um fator-chave na redução dos níveis gerais de estresse para 80% dos trabalhadores híbridos.

O mesmo fator, para 80% dos entrevistados, proporciona um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal e sentimentos reduzidos de ansiedade.

“Fica claro a partir desta pesquisa que os modelos de trabalho híbrido estão oferecendo aos funcionários não apenas maior flexibilidade, mas também benefícios reais para a saúde. Ao reduzir o desgaste físico e mental causado por longos deslocamentos diários, os trabalhadores conseguem gerenciar melhor suas condições de saúde, acessar cuidados preventivos e reduzir o estresse”, diz Sara Kayat, médica britânica ouvida pelo estudo.

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