De carona com a iniciativa da matriz de criar um centro corporativo voltado a pesquisa e desenvolvimento, em Madrid (Espanha), focada em lançamento de serviços em sete segmentos – vídeo e CDN, e-heath, serviços na nuvem, aplicações, segurança, serviços financeiros e M2M -, a Telefônica Brasil anunciou na Futurecom 2010 uma subsidiária deste centro no País.
O valor investido não foi divulgado. Por ano, o grupo investe uma média de 8% de sua receitas em iniciativas como esta. O local também não foi revelado, mas durante coletiva com a imprensa, o presidente da operadora, Antonio Carlos Valente, deu a entender que faria mais sentido se fosse em São Paulo. “As sede da Telefônica e Vivo são em São Paulo”, lembrou.
No Brasil, o centro olhará principalmente a integração das operações móvel e fixa, atentando-se para o aproveitamento do “material humano” e o desenvolvimento de aplicações com características especificas para o Brasil. “Teremos soluções locais e adaptações de soluções globais.”
Por aqui, a empresa também vai trabalhar as sete frentes anunciadas para a matriz. A previsão é de que o centro entre em funcionamento ao longo de 2011. E parcerias com universidades não estão descartadas. “Elas são sempre benéficas. Eventualmente, podemos assinar acordos de cooperação”, disse Valente.
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