Para a empresa de segurança, a ameaça pode ter sido criada por outra pessoa que não a responsável pelas demais. “O NetSky.L não menciona o ‘Skynet’, nem tenta barrar a infecção do vírus Baglea, além de não contar com um texto oculto insultando o autor do Bagle,” afirma Graham Cluley, consultor sênior de tecnologia da Sophos.
Na sua opinião, esses pontos presentes no código da praga levanta a suspeita de que ela pode ter sido criada por um outro hacker. “Mas é difícil considerar que o autor do NetSky original manteve sua promessa e liberou a fonte do vírus,” destaca.
O texto escondido no W32/Netsky-K dizia que esta poderia ser “a última versão” e alertava para a disponibilidade de seu código-fonte em greve. Cluley acredita que essa abertura facilitaria o desenvolvimento de novas variantes do NetSky por outros autores. A Sophos recomenda às empresas reforçar sua proteção com uma solução consolidada contra os ataques de vírus e spams.
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