Segundo o executivo, a Sony vai apostar em pesquisa e desenvolvimento para melhor se posicionar no mercado. “O ambiente móvel oferece grandes chances de personalização de conteúdo e entretenimento”, justificou.
Anteriormente, a Sonu havia decido não participar desse mercado nos Etados Unidos por julgar que essa área de CDMA já estava dominada pela empresas de networking, como Ericsson e Nokia. “Esse fator tornava o negócio pouco lucrativo porque não haveria economia de escala”, explicou Nishida.
Ele avalia que a volta da Sony ao mercado é justificada pelas oprtunidades de aplicações de banda larga que estão migrando para a infra-estrtutura wireless. “Nesse campo, a Sony pode fazer muito”, afrima, citando a oferta de games, imagens digitais e música, atenta ainda às soluções multimídias.
A entrada da empresa para os equipamentos wireless está prevista para os próximos dois ou três anos.
No final deste mês, a Sony estará lançando seu primeiro Palm, com previsão para estar no mercado norte-americano em outubro. Nishida adianta, no entanto, que o sistema operacional da Palm não será o ambiente de desenvolvimento da platforma de soluções móveis de 2,5G e 3G.
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