A meta da Siemens é ser o principal fornecedor local de GSM, conquistando 25% do mercado de infra-estrutura e 15% do segmento de aparelhos móveis nos próximos três anos. Ao final desse período, a companhia pretende faturar US$ 1 bilhão.
Segundo a empresa, como a montagem de uma linha completa de produção chegaria a demorar 12 meses, a Siemens vai importar inicialmente os aparelhos dual band, que funcionam nas freqüências de 800 MHz (TDMA) e 1.8 GHz (GSM).
Os planos de fabricação dependem de alguns fatores. Se a Lei de Informática considerar os celulares da Zona Franca de Manaus como bens que não são produtos de informática – com conseqüente redução de impostos -, a Siemens vai ampliar a unidade fabril da região. “Caso contrário, ainda não há certeza se a empresa continuaria expandindo a linha dessa planta ou se implantaria outra fábrica”, explica Hermann Wever, diretor presidente da subsidária.
Apesar de os investimentos anunciados hoje estarem focados no mercado brasileiro, Rudi Lamprecht, presidente da divisão Information & Communication da Siemens, acredita na forte expansão da demanda por GSM também na América Latina, vislumbrando a exportação futura dos aparelhos. A Siemens, no entanto, não determinou prazos para a comercialização externa.
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