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Segurança e experiência de mãos dadas

Reprodução/Shutter Stock

A segurança cibernética está no topo da lista de prioridades de todos os CIOs com ataques como ransomware e negação de serviços (DDoS). À medida que o mundo digital cresce e se expande com novos dispositivos e integrações de rede, cada terminal representa um fator de risco à segurança. Nos setores público e privado, os infiltrados buscam acessar informações confidenciais ou causar caos financeiro para indivíduos, empresas e sociedade em troca de ganhos monetários com resultados potencialmente catastróficos.

Logo, não é surpresa que empresas em todo o mundo tenham se esforçado para responder a ameaças tão diversas. Nas verticais de clientes, os parceiros de canal se tornaram os principais impulsionadores de medidas de segurança abrangentes para garantir a segurança digital de clientes, funcionários, parceiros e partes interessadas. Fortemente influenciados pela crescente descentralização do espaço de trabalho devido ao COVID-19, líderes de segurança agora recorrem ao canal para obter orientação sobre como otimizar sua estratégia e prevenir o pior.

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No entanto, será que ao implementar essas mudanças, o excesso de segurança resultante pode se tornar um problema? É possível que, ao reconfigurar redes e dispositivos para priorizar a segurança máxima acima de tudo, outros fatores serão prejudicados?

Um dos aspectos mais impactados por uma mentalidade voltada exclusivamente para a segurança é a experiência. Desse ponto de vista, a lógica é que não importa o quão incômodos ou difíceis de usar os sistemas sejam, desde que o risco potencial seja minimizado. Mas no ambiente de hoje, a experiência do funcionário é tão importante quanto a do cliente. Se as organizações nunca dificultariam o uso proposital de suas soluções para clientes, por que fariam isso para um público tão importante como os funcionários?

A segurança não deve ser alcançada à custa da experiência ou da produtividade. Embora a implementação de soluções que aproveitem a tecnologia de próxima geração seja cada vez mais importante para se adaptar de forma inteligente aos ambientes digitais, os recursos do canal devem fornecer orientação adequada, que consiga se adaptar ao futuro do trabalho e que ajude a construir uma experiência positiva para os funcionários.

Hoje, equilibrar segurança de classe mundial e uma experiência descomplicada é a primeira coisa que os gerentes de TI priorizam. Na verdade, em uma pesquisa da Citrix e da Pulse com executivos e gerentes de TI na América do Norte, Europa, Oriente Médio, África e região da Ásia-Pacífico, 97% dos respondentes disseram que a experiência do funcionário é a chave para sua estratégia de segurança no futuro .

Com isso, cada vez mais as organizações buscam tecnologia que leve em consideração ambos os fatores – segurança e experiencia – ou seja, que trabalhem principalmente em segundo plano, sem atrapalhar o dia a dia do funcionário. Em vez de estabelecer um ponto de verificação geral de segurança, essas infraestruturas usam aprendizado de máquina para criar perfis individuais para cada usuário, interna e externamente. Com um perfil baseado no comportamento por função e atividades, é dado a cada indivíduo um acesso que responde às mudanças em tempo real. Os parceiros de canal desempenham um papel muito importante na integração dessas soluções, que podem substituir as VPNs tradicionais e são feitas sob medida para atender às necessidades de empresas individuais.

Para qualquer organização, o sucesso depende da segurança e da experiencia trabalhando juntas. No entanto, esse feito é impossível de ser alcançado sem um ecossistema robusto de parceiros de canal que facilite as diversas necessidades das partes interessadas.

Modelos de parceiros baseados em recursos compartilhados, colaboração e treinamento são fundamentais e fazem toda a diferença. Desde trabalhar com gerentes a fim de garantir sua adesão até mesmo personalizar as soluções de acordo com as necessidades exclusivas de segurança e produtividade da empresa, o canal atua como uma base crítica de suporte que garante que as necessidades sejam atendidas.

*Mike Fouts, vice-presidente de Vendas e Canais da Citrix

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Published by
Rafael Romer
Tags: cibersegurançaCitrixCXsegurança
5 anos ago

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