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Robinson Marchini: ‘Vim para a Warren com o desafio de alavancar o que está sendo construído’

Com mais de 25 anos de experiência em tecnologia no mercado financeiro, Robinson Marchini acaba de assumir como CTO na Warren Investimentos. Em entrevista ao IT Forum, o executivo conta sua jornada, que começou como programador júnior no Itaú – empresa em que ficou 26 anos e chegou a ser superintendente. Depois, foi para o Banco o Pan, onde também ocupava a cadeira de superintendente executivo.

“Então apareceu essa oportunidade e vim para a Warren com o desafio de alavancar o que já estava sendo construído. É ótimo saber que temos uma plataforma bacana e escalável. Trazer a bagagem, principalmente de investimentos, com um propósito de experiência do cliente, será a chave. Agora, estamos na fase de dar um salto exponencial para trazer consistência técnica para essa experiência”, explica.

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Para isso, Marchini está formando uma equipe técnica. Já que, segundo ele, não adiantaria comprar tecnologia sem ter as pessoas certas para trabalhar com elas. Entretanto, isso não quer dizer que ele buscará profissionais no mercado. Por ora, ele está analisando e mudando algumas estruturas e entendendo o time que está dentro de casa.

“Estamos construindo esse primeiro degrau. Depois, eu acho que pode ter uma expansão. Não vai ser um crescimento que não esteja aliado ao crescimento da corretora. Não vou crescer o time para depois ver se deu certo”, frisa ele.

Pergunto se, mesmo estando há pouco tempo na Warren, ele poderia dar um spoiler de algum projeto que esteja em seu radar. Marchini comenta sobre o desejo de levar mais a Inteligência Artificial para a ponta dos clientes e dos assessores. “Queremos melhorar a qualidade dos insumos de assessoria e de estratégia de carteira. Para isso, estamos trazendo IA na prática. Ou seja, não estamos apenas na teoria, estamos testando a tecnologia.”

O executivo também fala sobre a estrutura da corretora. De acordo com ele, em comparação a outras instituições financeiras, o nível de legado é menor, trazendo oportunidades que não esbarram tanto em legados. “Não é mais fácil, mas é mais endereçável”, finaliza.

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