A crise, na verdade, não começou agora. O projeto nunca chegou a decolar, apesar do alto custo de investimento, avaliado em US$ 5,5 bilhões. O responsável para fracasso do Iridium, segundo os especialistas, foi a popularização dos celulares, com rápido avanço tecnológico e barateamento dos aparelhos.
No Brasil, por exemplo, em quase um ano e meio de funcionamento, o sistema só alcançou cerca de 2 mil usuários. A Inepar, empresa licenciada pelo governo brasileiro para operar o sistema no país, em associação como fundo de pensão Centrus, já estuda alternativas para atender os usuários locais no provável caso de suspensão do serviço.
O Iridium é formado por 66 satélites, permitindo que os usuários possam se comunicar em telefnes móveis estando em qualquer parte do mundo.
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