Plataforma dojot é foco de acordo entre CPqD e Senai da Bahia
O CPqD acaba de firmar um acordo de cooperação tecnológica com a unidade Senai da Bahia, por intermédio do seu Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec), com foco em internet das coisas (IoT) e na plataforma aberta dojot. O objetivo da parceria é a evolução dos recursos e funcionalidades da dojot e, ainda, a disseminação do seu uso dentro do ecossistema de IoT.
“O Senai Cimatec possui uma experiência forte em infraestrutura física para Internet das Coisas, voltada principalmente para as áreas de manufatura avançada e cidades inteligentes”, afirma o professor Manoel Mendonça, que lidera o grupo de trabalho da entidade que está começando a utilizar a dojot. “Com essa plataforma aberta, a intenção é representar virtualmente as redes de sensores e outros elementos da infraestrutura física que já temos disponíveis para IoT, de modo a facilitar a criação de novos elementos”, acrescenta.
Segundo o professor, a plataforma dojot atende dois requisitos importantes no universo das aplicações inteligentes, baseadas no conceito de IoT. Um deles é a garantia de interoperabilidade, uma vez que as soluções em geral envolvem soluções diferentes de fornecedores distintos. “Outro aspecto muito importante é a questão da segurança das redes IoT contra invasores, quesito em que o SENAI Cimatec pode dar sua colaboração para a evolução da dojot”, ressalta.
Para Maurício Casotti, responsável de marketing da dojot no CPqD, a colaboração entre os diversos atores do ecossistema de Internet das Coisas no país é, justamente, uma das premissas e principais vantagens dessa plataforma de código aberto. “A ideia é que, ao utilizar a plataforma, os desenvolvedores de aplicações e outros players desse ecossistema contribuam para a sua evolução”, conclui.
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