Quando o escândalo Facebook-Cambridge Analytica aconteceu, consumidores e políticos finalmente pareciam entender que a economia de dados tinha se afastado dos usuários. Como resultado, 2018 mudou a paisagem da privacidade, inaugurando uma onda de novos direitos do consumidor e novas responsabilidades para coletores de dados, controladores e processadores.
Há vários exemplos nesse sentido como o GDPR e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP). Pensando nisso, a Forrester decidiu olhar o mercado e identificou duas tendências, segundo Fatemeh Khatibloo, analista da consultoria.
Algoritmos estão por todos os lados, mediando o que vemos e o que compramos. Mas eles são todos otimizados para objetivos de negócios, não pessoais. É hora de um algoritmo pessoal para cada consumidor e otimizado para suas preferências e objetivos.
A primeira segmentação foi feita em quatro partes, em 2016. Mas, este ano, foram encontrados alguns paradoxos nos dados que identificaram um novo quinto segmento, o Conspicuous Consumerists.
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