A demora na licitação das novas faixas de freqüência do WiMAX está fazendo com que o Brasil perca tempo para que a tecnologia ganhe escala, na opinião de Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil. “Já fui mais otimista quanto ao uso”, comentou.
Segundo ele, é importante que o País tenha a licitação das freqüências para que elas sejam mais uma oportunidade disponível no mercado. No entanto, seu uso deve ficar restrito às pequenas e médias empresas (assim como a Embratel está fazendo hoje) e na interligação do backhaul das operadoras. “Não vejo aqui a possibilidade de atendimento de um segmento mais alto de usuários, como nos Estados Unidos, nem uma opção para se criar infra-estrutura básica de rede, como em alguns países em desenvolvimento”, avaliou.
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