Entretanto, na opinião dos pesquisadores da IBM, ambas as iniciatiavas perdem o foco. A de software entra no jogo de gato e rato para ficar à frente dos spammers, enquanto a legislação, se e quando for aprovada, não terá efeito sobre spammers provenientes de outros países que não os Estados Unidos. Sendo assim, os funcionários da Big Blue têm uma nova proposta: fazer com que os spammers paguem pelas mensagens enviadas.
Como explica Scott Fahlman, membro da Watson Research Center, o “selo de caridade”, como foi batizada a iniciativa, parece absurdamente simples e deve forçar qualquer um que envia uma mensagem não solicitada a pagar uma taxa aos usuários que a recebem, a não ser que tenha um código de autenticação.
O executivo desenvolveu um algoritmo que pode ser usado em softwares que seria aplicado entre os desktop do usuário e o servidor de e-mail ou de internet. Assim, se torna possível determinar se a mensagem é proveniente de endereços aprovados ou não. Fahlman acredita que toda a indústria depende do spam ser gratuito para o remetente. Se as regras sociais acerca dos e-mails fossem alteradas, o problema com spam seria resolvido, conclui.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Finatec anunciaram a criação do Hub de Inovação…
A inteligência artificial (IA) não tornará os trabalhadores obsoletos nem provocará uma substituição em massa…
América Latina e Caribe formalizaram, nesta quinta‑feira (18), a criação de um bloco regional para…
A Ford está expandindo sua atuação além do mercado automotivo e aposta em tecnologias de…
O mercado de trabalho segue com diversas oportunidades dentro do setor de Tecnologia, com vagas…
O governo da Índia e o Telegram travaram uma disputa regulatória nas semanas que antecederam…