A compra da GVT pelo grupo francês Vivendi, anunciada nesta
sexta-feira (13/11), é considerada como positiva pelo presidente da Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg. De acordo com ele, a
vantagem de a venda ter sido feita à Vivendi e não à Telefônica, que também disputada
a operadora espelho, é que se acrescenta mais um grupo econômico ao mercado
nacional.
Em notícia veiculada pela Agência Brasil, ele afirma que o objetivo
é atrair investimentos e a entrada de um novo grupo no mercado de telefonia
aumenta a competição, gerando impacto tanto na qualidade dos serviços quanto
nos preços, na cobertura e no atendimento das empresas.
Na última quinta-feira (12), a Anatel havia aprovado, por anuência prévia, a
compra da GVT pelos dois grupos. Como o grupo espanhol já atua no setor de
telefonia brasileiro, foram apresentadas a ele quatro condicionantes para que a
venda pudesse ser concretizada sem causar efeito danoso à competição do setor.
Essas condicionantes exigiam também a manutenção independente das estruturas
administrativas, operacionais e comerciais da GVT e do volume de profissionais
contratados pela empresa.
Por ainda não atuar no Brasil, as condicionantes não foram dirigidas à Vivendi.
* Com informações da Agência Brasil
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