O executivo acredita que, se a operadora optar por atender o mercado corporativo ou usuários finais, vai desenvolver melhores aplicações móveis, se especializando nos serviços e garantindo a fidelidade do público.
“O Yankee Group prevê que o mercado de telefonia móvel fature US$ 40 bilhões em 2003. Não dá para ficar de fora, mas não dá para atender todo mundo direito. É melhor escolher agora com quem vai se trabalhar”, comenta Mendes.
Ele ressalta que alianças com provedores de conteúdo são fundamentais. “Cada empresa tem força em um ponto. As operadoras não devem criar portais, devem deixar isso para quem sabe fazer, dessa forma serão os primeiros a fornecer serviços”, analisa Mendes.
O executivo afirma que as operadoras pequenas não terão portais de conteúdo e vão apenas fornecer o acesso à Rede via celular. “Também têm as que acreditam serem capazes de criar seus próprios contéudos, mas não acho que esta seja uma solução inteligente”, avalia.
Mendes afirma que hoje existem apenas portais que migraram da Web para o WAP. “Isto é péssimo porque as necessidades são diferentes no PC e no celular”, define.
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