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O impacto da tecnologia no banco do futuro

Pesquisa apresentada durante o Ciab 2012 mostra que executivos de principais instituições ainda registram canais digitais como soluções complementares, a questão em si não tem problemas, mas o que chama atenção é a força com que essa resposta prevalece sobre outras dimensões potencialmente relevantes. É, querendo ou não inovar para crescer é um novo imperativo para os bancos.

Enquanto isso, dados da Europa mostram que os desafios de produtividade no ambiente bancário permanece, os esforços são incansáveis.

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?Por todos esses desafios de produtividade, como provocação você encontra uma reflexão em torno da centralidade, assim como o desafio de lidar com a complexa infraestrutura legada. Certamente uma demanda importante na redução de custos para a instituição?, avalia Alexandre Gouvea, da McKinsey. ?Os consumidores estão alterando suas expectativas em relação aos bancos. Claro que a mobilidade é uma realidade absoluta, o desafio da segurança no ambiente digital é contínuo e cada vez mais presente.?

Implicações para a agenda de tecnologia dos bancos

De acordo com Gouvea, as instituições têm que reconhecer a complexidade enorme que se apresenta às áreas de tecnologia, tendo que garantir a entrega, a estabilidade, a contingência e a gestão de situações de exceção. ?Ao mesmo tempo, diante daquela pressão enorme que está sobre os bancos, a TI tem o papel de entregar eficiência que possa fazer frente para contribuir com a redução de custos da instituição.?

Soma-se a isso o desafio de estar a frente com todas as menções de perspectivas, de nova criação.

Inovação

Mas agora como imaginar uma organização que possa trabalhar efetivamente ao longo dessas dimensões?

Um caminho sugerido pelo executivo é repensar a interação da área de tecnologia com a área de negócios, muito mais como parceiras, como u ma reflexão maior para identificar oportunidades e transformar soluções do que entregar conforme pedido.

Criando um novo banco

Gouvea acredita que os novos modelos estão se baseando em elementos que já são realidades: oferta simples e customizável, inovação de produtos e serviços, plataforma web avançada, mobile banking e novos canais, marketing individual, operações não-bancárias como comunicação.

?Realmente é um momento de grandes transformações, tem que refletir no que esta acontecendo. Nesse momento presente todos os bancos têm que buscar alternativas, porque temos uma situação macroeconômico que se alterou e que leva à necessidade de conseguir ter redução de custos, que já é um desafio da tecnologia que não é só reduzir custo, mas é o aumento de receita, alteração de processos, de automatização, de fazer mais com menos em termo de produtividade?, avalia Paulo Nergi Boeira de Oliveira, diretor executivo da Caixa Econômica Federal.

Paralelamente ele acredita que os bancos têm que construir um futuro, onde já é notável perfis de consumidores diferentes. O executivo menciona um estudo que conclui que 93% daqueles que usam serviços bancário exigem o atendimento pessoal. ?Ainda temos esse atendimento 60% em agências e 15% na internet [pessoa física], então temos momento que se vislumbra um futuro diferente que temos que nos disciplinar com esse outro tipo de demanda de cliente, mas no presente temos uma demanda forte, acentuada, em cada uma de nossas comunidades que pressupõe que façamos uma gestão disso para trabalhar no futuro?, conta.

O projeto inicial da Caixa está voltado em buscar uma solução mais adequada para os pagamentos de benefícios, focado em dar melhor condições financeiras às pessoas por meio de uma web mais robusta, que tenha facilidade de interagir em diferentes canais.

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Redação
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