Para realizar a pesquisa, a FGV ouviu durante o ano passado 150 empresas, de diversos tamanhos e setores. Os dados mostram que as companhias do setor de serviço são as que mais investem em tecnologia da informação e comércio eletrônico, seguidas pela indústria e comércio.
As transações business-to-business representam 0,17% dos negócios online, enquanto o business-to-consumer é de apenas 0,04%. Isso mostra que as empresas têm uma cultura de Internet mais consolidada no que tange às transações com seus fornecedores e parceiros do que na venda direta ao consumidor.
Atualmente, apenas 35% das indústrias se relacionam com seus fornecedores via Web. Mas esse número tende a crescer. As companhias já estão investindo na adequação organizacional e em tecnologia para aumentar o contato com seu canal de distribuição e implantar sistemas de pagamento eletrônico.
Cerca de 70% dos entrevistados usam e-mail e 80% têm página na Internet. Estas são utilizadas, principalmente, para disponibilizar informações institucionais, produtos e serviços.
Mas todas são unânimes em dizer que para o comércio eletrônico se consolidar e atingir novos parâmetros é preciso leis que ofereçam segurança e garantam as transações efetuadas.
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