“Historicamente, o número de vulnerabilidades é maior do que as ameaças. E essa tendência continua”, diz Chris Rouland, vice-presidente da equipe de segurança X-Force, da ISS. Segundo o relatório, as falhas aumentaram 20% no período, onde o maior problema, de acordo com o executivo, está no tempo entre a descoberta do incidente e a sua exploração, envolvendo também o modelo de correção atual.
Outra descoberta da companhia aponta para maior criticidade nos fins de semana, quando existem menos pessoas trabalhando, os quais são responsáveis por quase 25% de todos os eventos de segurança. Além disso, a ISS prevê que o alvo crescente dos atancantes envolverá redes domésticas, celulares e dispositivos wireless.
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