Aguardada pelos cerca de 900 operadores que detêm licenças do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), o plano de numeração também deve demorar a sair. Segundo Nelson Takayanagi, gerente-geral da superintendência de serviços privados da Anatel, que participou do 4º WiMAX Brazil Conference & Expo, em São Paulo, nesta segunda-feira (23/06), por não terem metas de universalização a serem cumpridas, os provedores de SCM poderiam causar uma assimetria no mercado e causar prejuízos às operadoras do Serviço de Telefonia Fixo Comutado (STFC).
“As concessionárias chegam hoje a 37 mil localidades, algumas delas não são rentáveis. Quem paga por isso são os usuários corporativos”, disse. O rentável mercado corporativo seria o primeiro atacado pelas SCMs ao ter direito ao plano de numeração. Até o fim do ano, estas empresas devem faturar R$ 20 bilhões.
De acordo com Takayanagi, na proposta de atualização do marco regulatório das telecomunicações, o PGR – que está em consulta pública na Anatel – a Agência pretende resolver esta questão.
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