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Como a Corte mantém as condições impostas para a soltura do hacker, anunciadas em janeiro, quando Mitinick saiu da prisão, os advogados lutam contra a chamada “regra da mordaça”. Entre as imposições ao ex-preso há também a restrição da liberdade de associação.
Mitnick ficou preso por cinco anos por ter violado os sistemas de segurança das redes de computadores da Motorola, Novell, Nokia e Sun. As companhias alegaram ter sofrido prejuízos de milhões de dólares devido à ação do hacker.
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Bruna Rocha
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