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Marcas na China usam análises digitais para acelerar disrupção

Nas duas últimas décadas, empresas chinesas assumiram a transformação digital. Isso porque, no início dos anos 90, diversas companhias foram privatizadas e muitos negócios perceberam que poderiam fazer da TI uma competência-chave. No entanto, segundo avaliação do analista da Forrester Gene Cao, marcas tradicionais do varejo e manufatura no país são muito fragmentadas e o mundo digital é um desafio para elas.

“O surgimento de companhias de internet e seus novos modelos de negócios estão perturbando as marcas tradicionais”, diz Cao. Segundo ele, empresas de internet na China usam fortes recursos para acelerar a criação de modelos de entrega de serviços, impulsionando experiências on-line e off-line.
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Cao diz que a maioria das marcas tradicionais com as quais ele falou para uma pesquisa foi incapaz de reagir adequadamente ao novo cenário e que por isso usam inteligência digital para entender os usuários do universo on-line. Mas marcas tradicionais já perceberam o valor de fazer negócios digitais e pretendem aplicar analytics para compreender o comportamento do cliente em todos os canais de relacionamento – web, social e móvel.

De acordo com ele, os bancos chineses começam agora a empregar analytics digitais para entender como as pessoas usam o internet banking. Um dos quatro maiores bancos chineses, acostumado com a análise de dados transacionais, registra experiência limitada em análise de comportamento do usuário on-line. Para mudar o quadro, o banco anunciou recentemente um plano para implementar ferramentas de web analytics para entender como os clientes interagem com o website, o motor de busca e as plataformas sociais.

O analista indica que marcas na China usam principalmente ferramentas de análise digitais de empresas ocidentais, mas algumas ferramentas avançadas podem não funcionar bem no País. Se elas estão hospedadas fora do país, já devem ter sido afetadas pelo Great Firewall e outros impedimentos regulamentares.
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Published by
Redação
Tags: Chinadisrupção digitalnegócios digitais
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