O mercado de trabalho freelancer norte-americano encontra-se em expansão e o LinkedIn dá indícios de que não quer perder esse filão. Por isso criou a ferramenta ProFinder, uma espécie de “marketplace” capaz de conectar serviços oferecidos por freelancers a quem procura por seus serviços, e vice-versa.
“O número de freelancers no LinkedIn cresceu cerca de 50 por cento nos últimos cinco anos”, resumiu Vaibhav Goel, gerente de produtos da rede. “À medida que a força de trabalho evolui, nós também evoluímos”, acrescentou.
Depois que a empresa submete o anúncio em busca de um freelancer, o LinkedIn envia a oferta a uma lista com os “profissionais mais qualificados” para aquele trabalho.
A equipe do LinkedIn ressalta que o ProFinder não irá competir com outros marketplaces que oferecem serviços semelhantes. A ideia é conectar as companhias com profissionais que atuam em projetos corporativos, definido pela companhia como “white-collar freelance professionals”.
Lançada em fase piloto no fim de 2015, a plataforma já possui mais de 50 mil freelancers em mais de 140 áreas de serviço – cada um dos quais foram escolhidos a dedo com base em sua experiência e recomendações de alta qualidade. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos.
O LinkedIn conecta profissionais ao redor do mundo para que eles sejam mais produtivos e bem-sucedidos e transforma a maneira com que as empresas contratam, negociam e vendem. Possui hoje mais de 400 milhões de usuários no mundo, sendo 25 milhões no Brasil.
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