O Departamento de Justiça norte-americano vai avaliar o negócio que pode criar uma gigante de telecomunicações com faturamento de mais de US$ 50 bilhões e operações em 65 países, o que a tornaria uma das maiores do mundo. O argumento é de que a união iria prejudicar a competição tanto na telefonia como na Internet, uma vez que as empresas ocupam o segundo e terceiro lugares nos Estados Unidos.
A fusão também está sendo observada pela Federal Communications Commission e a European Commission, que no mês passado alertaram sobre possíveis problemas com as leis antitruste. Mas analistas consideram ainda possível que o negócio seja concluído.
O mercado de telefonia brasileiro tem especial atenção sobre o caso. A WorldCom é controladora da Embratel e a Sprint tem 25% do capital da operadora espelho Intelig. Segundo a legislação brasileira, um mesmo grupo não pode participar de duas empresas de telefonia fixa de serviços de longa distância.
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