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A tecnologia é movida por pessoas. Pessoas, são movidas por objetivos. E não importa qual o caminho seguido, a ideia sempre é obter satisfação e ser feliz. Com base nessa premissa, o jovem indiano Rohan Dixit criou algo que poderia parecer pouco aplicável e até mesmo perfumaria, mas que o projetou internacionalmente por representar esse objetivo inerente ao ser humano: um aplicativo que ajuda a fazer meditação.
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Antes disso, Rohan desenvolveu pesquisas interligando neuroimagens de meditação e o cérebro em estado de descanso na Stanford University e em Harvard-MIT-MGH Martinos Center. O neurocientista, contudo, não estava satisfeito. “Cheguei a um ponto da minha vida que pensei se a meditação poderia fazer minha mente mais saudável e feliz. Então larguei meu trabalho e fiquei por nove meses, de monastério em monastério do Himalaia, aprendendo a meditar”, disse durante o TEDxFiap 2012, realizado no início de novembro pela universidade.
Seu companheiro de jornada era um equipamento parecido com um capacete, que fazia a medição de ondas cerebrais, para entender o comportamento da mente em períodos de intensa contemplação ao presente. Desta empreitada nasceu a BrainBot, empresa para consumidores de neurotecnologia sediada na Califórnia, que desenvolve apps integrados às ondas cerebrais para o aprendizado da meditação.
O produto chegará em breve na App Store, a loja de aplicativos da Apple, conforme seu site oficial. Interessante, não? Saiba mais aqui.
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