A avaliação é Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, empresa especializada em soluções de Business Intelligence e Business Analytics. “O mais curioso é que, apesar de tanto se falar no assunto, não são todas as empresas que realmente promovem esta integração. Provavelmente, por desconhecer as vantagens deste alinhamento”, afirma o especialista.
Scheibler afirma que há como comprovar o valor da integração proposta entre os sistemas, e que tal valor se traduz em ganho para todas as áreas do negócio.
Uma dessas provas, segundo o CEO, é o estudo Panorama Mercado de ERP no Brasil, que mostrou que, em 2017, 44% das empresas fizeram investimentos em ERP, seja adquirindo um novo, fazendo upgrade do sistema para a versão mais atual ou comprando novos módulos.
Já em BI, Analytics e Big Data, só no Brasil a previsão é que sejam investidos US$ 965 milhões em 2018, de acordo com o estudo da Frost & Sullivan.
“Uma coisa leva à outra: a tendência de crescimento das duas áreas é contínua não por acaso, mas porque, juntas, tais tecnologias auxiliam os negócios enormemente. Muito mais do que isoladas”, destaca o gestor.
Scheibler ressalta, ainda, que, integrado ao ERP, um BI pode trazer insights a partir dos dados que as fontes estruturadas da empresa já contemplam. Planilhas, sistemas, bancos, pontos de venda, pontos de campo, entre outros, todos são locais de onde as informações virão, dando base para os cálculos, gráficos, relatórios e planejamento do ERP e para os dashboards, reports e insights do BI. Juntar isso tudo é receita de decisões bem tomadas. É pavimentar o caminho para um ano de estratégia muito mais certeira.
Já a integração do ERP a sistemas de BA faz com que as informações atuais e diárias alimentem predições futuras, pavimentando o caminho para guiar ações mais focadas e decisões mais assertivas.
“BI e BA + ERP = passado bem analisado, presente bem calculado e futuro bem projetado. Receita de embasamento, qualidade de informação, análise ágil e decisão assertiva. Sinônimo de produtividade, agilidade, economia de tempo e recursos, ganho de espaço no mercado e conquista de público interno e externo”, sentencia o CEO. “Integração neste nicho não é mais recomendável. É impreterível”, finaliza.
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