A IDwall, empresa de tecnologia especializada em segurança digital, lança seu novo SDK – kit de desenvolvimento de software – voltado para plataformas mobile. A empresa, que atua no mercado há pouco mais de um ano e meio, atende clientes com forte atuação mobile, como instituições bancárias e aplicativos de transporte como a 99. O objetivo deste lançamento é integrar melhor os serviços que a IDwall já oferece com as tecnologias de seus clientes, podendo adaptá-los e personalizá-los de acordo com cada necessidade.
“A ideia desta nova ferramenta é ajudar nossos clientes a mitigar seus riscos de fraude dentro do ambiente mobile, além de facilitar a integração. Queremos fornecer uma solução full-stack, na qual o usuário do nosso cliente consiga tirar uma selfie, uma foto de seu documento e tenha, assim, seus dados validados de forma mais rápida e segura. Da mesma forma, para a equipe de desenvolvedores do nosso cliente, a implementação dessa tecnologia também se torna mais fácil via app”, explica Lincoln Ando, fundador da IDwall.
Com o uso do SDK o usuário terá ajuda para melhorar a precisão dos resultados, pois ele permite o envio de instruções no cadastramento e gera mais praticidade à validação de dados, evitando, por consequência, dados inconsistentes. “O usuário será orientado, por exemplo, sobre a melhor forma de tirar a selfie ou, ainda, com dicas para não tirá-la usando óculos ou boné”, explica Ando.
Outro fator que corrobora com a segurança da tecnologia é a detecção de sorrisos, também conhecida como face liveness. Tal recurso tem como objetivo garantir que não se trata de uma foto tirada de outra foto. Assim, o SDK é capaz de detectar se a foto não tem reflexos e se há sombras na imagem ou se a CNH não está dobrada, fora de enquadramento ou sem foco.
Assim, o lançamento integra as três funcionalidades básicas dos produtos da IDwall: reconhecimento facial, OCR (Optimal Character Recognition) e checagem de dados. Quando um usuário cadastra sua selfie e seus documentos, a plataforma reconhece se as fotos são da mesma pessoa. Confirmada essa informação, os dados do usuário são escaneados por meio da OCR e inseridos em bases de dados. A partir daí, ocorre o background check, ou seja, os dados são cruzados para ver se o usuário oferece algum risco para o cliente que detém a plataforma.
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