O ITIL foi desenvolvido no fim da década de 80 pela Agência Central de Computação e Telecomunicações do governo britânico para servir como um catálogo de melhores práticas para os departamentos de TI dos órgãos governamentais.
Não demorou para que o setor privado inglês demonstrasse simpatia pelo conceito, ainda mais por ter nascido com o ponto de vista do usuário, não de fornecedor.
Nos últimos cinco anos, o ITIL começou a aparecer nos Estados Unidos e na América Latina. Agora em sua segunda versão, compreende sete livros, cada um com cerca de 200 páginas, e custa cerca de 115 dólares.
Cada volume é dedicado a uma das seguintes áreas: suporte, entrega de serviços, planejamento de implementação de gestão de serviços, gestão de segurança, ICT (tecnologia de informação e comunicações), gestão de infra-estrutura e perspectiva de negócios.
Temas relacionados à terceirização de serviços de TI e aos padrões de cumprimento de leis regulatórias são algumas das questões abordadas na nova versão da biblioteca, a terceira, prevista para o ano que vem.
Por enquanto, na região das Américas, a maioria das empresas adota ITIL para duas dessas áreas: suporte e entrega de serviços. Isso acontece porque a área de suporte é considerada a mais fácil de passar por mudanças e se aprimorar. Daí sua indicação como o ponto inicial de um projeto do gênero.
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…