A Vivo não teme a entrada de novos concorrentes em São Paulo porque acredita ue “o cliente não muda dee operadora se estiver satisfeito com preço e qualidade de serviço” e esse deve ser o foco central da preocupação da companhia, segundo o presidente, Roberto Lima.
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Além da Unicel, que adquiriu licença no início deste ano para a região metropolitana do estado, a Oi também comprou freqüências nos últimos leilões da Anatel para ingressar em São Paulo.
Segundo Roberto Lima, “a Oi vai ter de montar sua rede e começar sua operação a partir do zero” nesse que é o maior estado do País e onde a Vivo ainda é a maior em número de clientes.
“Queremos que a Vivo seja uma empresa cada vez maior e tenha cada vez mais escala para que, assim, possa oferecer preços mais baratos aos clientes”, afirmou Lima, em encontro com a imprensa hoje (06/11) para comentar os resultados trimestrais.
A Vivo conseguiu recentemente a autorização da Anatel para comprar a Telemig Celular, mas ainda acerta com os sócios da operadora o pagamento da parcela que cabe aos controladores porque a compra foi feita de forma conjunta com a Amazônia Celular, e para esta a Anatel ainda não deu seu aval.
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Como na região Norte a Vivo já atua, a Anatel deverá pedir que ela se desfaça de uma das licenças para evitar sobreposição. Os controladores da Amazônia podem, também, optar por vendê-la à outra companhia. A Claro, por exemplo, já admitiu que estudaria essa compra.
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