O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), autor das propostas de lei que tratam dos crimes cometidos na internet, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, admitiu que a obrigatoriedade de identificação e cadastramento dos internautas junto aos provedores, considerado o ponto mais polêmico do projeto, pode ser retirada do texto. No entanto, ele advertiu que isso limitaria as possibilidades de investigações dos crimes cibernéticos.
Azeredo ressaltou que o objetivo da proposição é tipificar esses crimes e criar condições para combatê-los, e não limitar a liberdade dos internautas.
As afirmações foram feitas durante o seminário organizado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para debater o combate aos crimes na Internet.
*com informações da Agência Senado
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