Com tempo recorde de construção de menos de dois meses, o Centro Hospitalar da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi construído para atender apenas pacientes de Covid-19. O processo foi facilitado por uma série de soluções de tecnologia, como: computação em nuvem, big data e BI. O serviço fornecido pela Claranet CorpFlex foi utilizado para agilizar a contratação de mais de 1.500 funcionários e migrar os servidores para nuvem híbrida, atendendo pedido da Fiotec, fundação de apoio à Fiocruz.
O complexo tem 9,8 mil metros quadrados e infraestrutura de ponta exigida para que um centro hospitalar deste porte funcione de forma independente das demais áreas da Fiocruz. “Seria impossível fazer o que fizemos, ainda mais com todos em home office, se não fosse o aparato adequado de tecnologia”, conta Evandro Gonçalves, gerente de TI da Fiotec. A nuvem privada utilizada tem infraestrutura robusta com equipamentos de ponta, que podem ser administrados de forma integrada pela companhia e personalizada de acordo com as necessidades do cliente.
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Para a Fiotec, entre as vantagens da cloud privada, está a possibilidade de substituir um servidor por outro sem nenhum tipo de indisponibilidade. “No dia a dia, isso tem um impacto gigantesco. Por exemplo, a Fiocruz lida com pagamentos e quando há indisponibilidade do ERP, se não estivermos na nuvem, o transtorno é em cascatas, comprometendo o relacionamento com fornecedores e serviços”, exemplifica Evandro.
Apesar do sucesso do workplace criado pela nuvem privada, os próximos passos da Fiotec, que conseguiu reduzir os custos de tecnologia em 40% com a migração, preveem a transferência completa dos serviços para a nuvem híbrida no longo prazo.
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