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Grupo Softplan divide operações para os mercados privado e público

O Grupo Softplan, empresa catarinense de software empresarial, anunciou recentemente uma mudança em sua operação programada para começar em 2025. A companhia será dividida em duas operações autônomas, uma focada em atender o setor privada e outra o setor público. O objetivo é especializar a operação para “fortalecer a proximidade com os clientes”.

A operação dedicada ao setor privado reunirá as verticais Indústria da Construção, Inteligência Legal e Eficiência Operacional. Já a voltada a governo consolidará a atuação da empresa em soluções voltadas para a gestão pública no Brasil. O movimento é considerado “um marco” na história do grupo.

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“A criação dessas operações autônomas nos permite dar ainda mais foco em cada setor de atuação e, ao mesmo tempo, garantir que continuemos colocando nossos clientes no centro de nossas decisões”, explica em comunicado Eduardo Smith, CEO do Grupo Softplan, que considera a transição uma oportunidade para “ampliar o impacto da companhia”.

Desde 2020, o Softplan fez 12 aquisições e projeta terminar 2024 com receita líquida de R$ 803 milhões, CAGR de 27% entre 2020 e 2024.

Novas lideranças

As novas operações contarão com lideranças dedicadas. Ionan Fernandes, atual diretor executivo da Softplan Indústria da Construção, assumirá a posição de CEO da operação Mercado Privado. “A segmentação da operação nos permitirá aprimorar ainda mais nossa capacidade de oferecer profundidade, inovação e escalabilidade aos mercados que atendemos”, diz.

Já a operação voltada ao setor público terá Márcio Santana como CEO. Ele é o atual diretor executivo da Softplan Setor Público. “O setor público exige soluções que vão além da tecnologia. Envolve profundo entendimento das complexidades operacionais e das demandas de transformação”, ressalta o novo líder.

Após um primeiro semestre de 2025 de adaptação às mudanças, Eduardo Smith deverá retornar ao conselho de administração do Softplan, cargo que ocupou entre 2017 e 2021. Ele se juntará aos sócios fundadores Moacir Marafon, Ilson Stabile e Carlos Augusto de Matos, além de Kátia Costa, presidente do conselho, e Carolina Strobel.

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