“Antes os funcionaram dos nossos três armazéns pegavam a nota fiscal e tinham que ir ao terminal fixo mais próximo para digitá-la no sistema. Agora, não é mais preciso se deslocar do ponto de descarga, mas ainda é necessário digitar alguns dados – como a placa do veículo que entregou as mercadorias”, compara Alexandro Fronza, diretor de organização e sistemas.
Entretanto, não há redigitação de dados da nota fiscal, pois a leitura do código de barras captura todas as informações que previamente foram recebidas através de EDI (electronic data interchange). “O processo de descarga, cadastro e estocagem passou a ser praticamente em tempo real, assim como a movimentação das matérias primas e produtos acabados que está sempre rastreável. Diminuímos de 20 para quatro minutos o tempo de todo o ciclo”, comemora o executivo.
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