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GPTW: por que os funcionários permanecem nas empresas?

O ranking de Melhores Empresas para se Trabalhar, realizado anualmente pelo GPTW, acaba de ser anunciado. Mas, além da lista, é importante entender quais são os principais critérios da instituição. O primeiro deles é: por que os funcionários permanecem nas companhias? A oportunidade de crescimento, a qualidade de vida e o alinhamento de valores representam, para os colaboradores, os mais altos índices de confiança.

Além disso, 85% das empresas premiadas indicaram que possuem horário híbrido de trabalho, 92% indicaram que dispõem de horário flexível para funcionários da organização e 29% delas dispõem da prática de redução de jornada sem redução de salário.

O GPTW também tem uma métrica chamada IVR (Velocidade de Inovação), que mede o nível crucial da velocidade e agilidade organizacional, quantificando a capacidade da força de trabalho de se adaptar e inovar. Quanto maior o resultado, mais forte é a capacidade da organização em adaptação e inovação.​

São medidos três estágios de inovação: atrito/fricção; funcional; acelerado. Das empresas premiadas, 49% apresentaram nível acelerado, 42% funcional e apenas 9% atrito/fricção.

Já entre as práticas de ESG e DE&I, 92% possuem licença maternidade/paternidade para famílias homoafetivas; 6% têm uma sala de lactação permanente e dedicada exclusivamente para este uso; 6% oferecem estabilidade para demissão de novos pais além do mínimo exigido por lei; 48% têm algum programa específico voltado a contratação e inclusão de grupos minoritários; 30% oferecem licença para cuidar de uma criança ou parente que está doente; 81% possuem algum responsável por combater a discriminação e promover a diversidade; 2% têm creches ou berçários no local de trabalho ou proximidade; 20% possuem estratégias, políticas e/ou práticas estruturadas ESG.

Dentro do critério de saúde mental, 94% das organizações premiadas indicaram que adotaram prática(s) relacionada(s) à saúde mental e bem-estar nos últimos 20 meses.

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