Robert Half indica se é preciso inserir o recurso
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O currículo é o cartão de visitas do candidato e, no momento de sua elaboração, é comum que surja a dúvida: “Afinal, eu posso – ou não – colocar uma foto minha no CV?”. Quem levanta a pergunta é a Robert Half, consultoria de executive search.
Um fato curioso é que adicionar uma foto ao currículo tem uma questão cultural por trás disso. Ou seja, apesar de a prática ser extremamente comum em alguns países, no Brasil não é. Nesse aspecto, os brasileiros estão à frente de seu tempo: a ausência da foto permite que as experiências profissionais dos candidatos sejam priorizadas, em vez da questão da aparência.
Entretanto, à medida que a foto no currículo fica obsoleta nos CVs, a tecnologia ganha espaço. E se mesmo com um currículo sem foto – e ressalto que isso não deveria ser a regra – alguma empresa quiser te conhecer um pouco melhor, ela acabará fazendo uma busca sobre você nas redes sociais.
“Os recrutadores podem encontrar o seu perfil no LinkedIn, por exemplo, e assim terão acesso não só a sua foto como também a uma análise de sua postura em decorrência do que você posta”, alerta a consultoria.
Para o futuro, a tendência é que a foto no currículo esteja cada vez menos presente. Hoje, a sociedade está muito mais preocupada com o valor que as pessoas podem agregar em uma empresado que com a aparência delas.
A questão da foto no currículo não é necessária no Brasil. Como a pesquisa nas redes sociais é tendência em recrutamento, faça a gestão da sua imagem online de maneira assertiva. Busque mostrar aos recrutadores, de uma maneira responsável, quem você é.
Pamela Sousa
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