Enquanto ainda era uma versão beta, o browser open source tinha pequena participação no mercado. “O número máximo de downloads não passou de 300 mil/dia, na época que a US-CERT recomendou o abandono do Internet Explorer”, comenta Hofmann. Com o expressivo resultado da versão 1.0, alguns institutos de pesquisa especializados em internet, como WebSideStory e OneStat, indicam que Firefox já responde por 5% do mercado.
Mas nem mesmo Hofmann imagina que o produto da Mozilla tenha condições de “matar” o Internet Explorer. “Nosso objetivo é oferecer uma escolha e garantir inovação contínua no mercado de browsers”, declara.
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