A principal ação do vírus – que já foi encontrado em aproximadamente 15 variações – é a drenagem da carga da bateria dos telefones móveis.
Para a firma de pesquisas, o fato de o vírus ter chegado aos Estados Unidos é relevante, mas ainda não é motivo de preocupação. Segundo a empresa, o perigo é pequeno neste momento.
Diferentemente dos vírus de computador que se alastram rapidamente via internet, o Cabir foi mais vagaroso porque viaja somente curtas distâncias, por meio da tecnologia wireless conhecida como Bluetooth.
Porém, esse tipo de vírus tende a crescer no futuro com a sofisticação dos próprios criadores desses vírus e com a padronização de aparelhos com base em tecnologias que tornam mais fácil para esses vírus se espalharem por meio de dispositivos. Segundo o especialista, aparelhos com muitos recursos são mais vulneráveis do que aqueles mais básicos, que só dispõem de recursos de voz.
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