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Estados Unidos é país que mais pede dados de usuário do Twitter

Fazendo uma alusão ao Dia da Independência dos Estados Unidos, comemorado na quarta-feira (04/07), o Twitter divulgou na segunda-feira (02/07), pela primeira vez, uma lista com as solicitações sobre dados de usuários. Nos primeiros seis meses do ano, foram 849 pedidos, sendo exatamente o país governo por Barack Obama o que mais faz pedidos do tipo, com 679 ocorrências, ou quase 80% do total.

?Recebemos mais pedidos do governo na primeira metade de 2012 do que o ano inteiro de 2011?, disse Jeremy Kessel, gerente de políticas do Twitter, no blog da empresa

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O segundo país com mais solicitações é o Japão, mas bem longe do Tio Sam: 98 pedidos no período. O Reino Unido, em terceiro lugar, tem apenas 11 pedidos. O Brasil tem menos de dez solicitações, conforme a empresa.

China e copyright

O país mais conhecido mundialmente pela repressão na internet, a China, não figura na lista. Vale lembrar que por lá, devido exatamente às restrições daquele governo, o microblog utilizado pelos internautas é outro, o Weibo, que, além de ser censurado, é utilizado como forma de mapear as opiniões dos moradores.

Os avisos para a remoção de conteúdo protegido por direitos autorais chegaram a 3.378 durante os seis primeiros meses de 2012 ? do total, 38% foi removido, afetando 5.874 contas de usuários. Os tuítes removidos no período somaram 5.275.

Censura

Em janeiro, o microblog avisou que passaria a censurar seus tuítes em alguns países que proibissem a divulgação de determinados conteúdos. Para isso, o microblog desenvolveu uma ferramenta específica que restringe as mensagens e não as deixam chegar nos territórios afetados.

Como justificativa, a rede social argumentou que existem países que têm ideias de liberdade de expressão diferentes das praticadas pelo Twitter. ?Algumas diferem tanto, que nós não conseguimos existir nesses países. Outras são parecidas, mas, por razões históricas ou culturais, restringem certo tipo de conteúdo ? como na França e na Alemanha que proíbem mensagens pró-nazistas?, explicava um post no blog oficial da companhia.

 

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Editorial IT Forum 365
14 anos ago

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