As emissões de carbono do Google estão em alta. Segundo o relatório ambiental de 2024, divulgado no início deste mês, as emissões da companhia aumentaram em 48% quando comparadas aos índices de 2019. Em 2023, as emissões da empresa também cresceram 13% em relação ao ano anterior.
O fenômeno é atribuído à infraestrutura necessária para a cadeia de suprimentos da inteligência artificial (IA), que exige maior consumo total de eletricidade em data centers do Google. De acordo com a organização, o consumo total cresceu 17% em 2023.
Leia também: Google enfrenta obstáculos ao introduzir IA em buscas on-line
O Google afirmou no relatório que seus centros de dados são 1,8 vezes mais eficientes energeticamente do que a média. A empresa reafirmou seu compromisso em mitigar o impacto ambiental da IA por meio da otimização de modelos, infraestrutura eficiente e redução de emissões.
Apesar dos esforços, o aumento da demanda por IA continua a pressionar as metas de sustentabilidade. A empresa tem o objetivo de zerar emissões até 2030.
O Google não está sozinho nessa situação. Outras grandes empresas de tecnologia também enfrentam aumento nas emissões devido à demanda por IA. Isso inclui a Microsoft, que relatou em maio que suas emissões totais de carbono aumentaram quase 30% desde 2020, principalmente devido à construção de novos data centers.
*Com informações de Bloomberg
Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!
Existe uma lacuna crescente entre a rápida adoção da inteligência artificial (IA) e a capacidade…
Em tempos de inteligência artificial (IA) e de desenvolvimento via vibe coding, o professor do…
Vista não só como a maior Copa do Mundo história como também a mais digital,…
A simulação foi executada na terça-feira, 9 de junho, um dia depois do lançamento do…
por Thaís Trapp O Brasil formou profissionais moldados pela diversidade, pela complexidade e pela necessidade…
A Huna, startup brasileira de inteligência artificial aplicada à saúde, venceu o MIT Solve Future…