Os oficiais chegaram ao suspeito com a ajuda do Federal Bureau of Invetigation (FBI) seguindo uma trilha eletrônica óbvia deixada pelo hackers dentro da programação do vírus, que vem sendo analisada desde o início do caso.
Mas, pelas leis filipinas, o ataque de hackers não é crime, o que prejudica as investigações. Por isso, as autoridades tentam fechar o cerco aos suspeitos por outros caminhos. A polícia apreendeu 17 ítens no local, entre eles equipamentos de grampos de telefone e escutas ilegais, além de programas usados por governos com códigos e senhas próprios.
Mas o caso ainda não está fácil de ser encerrado. As autoridades acreditam que o Loverletter foi desenvolvido por uma mulher de 23 anos, provável moradora do apartamento onde o homem foi apanhado. No final de semana, um perito sueco em computação disse que o criador do vírus pode ser um jovem alemão de 18 anos que estuda na Austrália.
Nos últimos seis dias, pelo menos seis variações do Loveletter já foram detectadas. A expectativa é de que os prejuízos cheguem a mais de US$ 2,5 bilhões. As autoridades acreditam que esse é o vírus mais destrutivo já descoberto até hoje.
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