Os recursos, segundo João Carlos Aguilera, diretor de negócios de e-business da CPM, serão destinados à integração das soluções desenvolvidas por outras unidades da empresa. “Vamos dar um enfoque horizontal às nossas soluções de aplicativos, infra-estrutura, business intelligence e serviços profissionais”.
O vice-presidente executivo da CPM, Maurício Machado de Minas, diz que os parceiros da nova iniciativa são os mesmo que a empresa já conta hoje. “Na área de redes, a Cisco; para storage, a EMC e Hitachi; servidores da Sun, HP e IBM. Para framework, a emppresa trabalha com parceiros Oracle, Microsoft, IBM Websphere, Sun i-Planet.
A meta da CPM, de acordo Antonio Carlos do Rego Gil, presidente da companhia, é alcançar faturamento de R$ 1 bilhão para 2003. “Neste ano, a CPM faturou R$ 400 milhões”, informa.
Gil comenta que devido à participação acionária do Bradesco na CPM, a companhia tem um parentesco com a Scopus, especializada em projetos de e-business. “Apesar de termos pais comuns (Bradesco), nós concorremos com a Scopus Tecnologia e somos inquilinos da Scopus”, conta.
A CPM conta atualmente com 200 clientes, entre os quais, todos os bancos privados do país.
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