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Algumas companhias também sofreram ataques de fontes diversas, como acesso não-autorizado à rede (17%), ataques DoS (denial-of-service, com 13% das respostas), e intrusão wireless (2%). Os hackers foram citados como a fonte de 61% dos ataques, seguidos pelos e-mails, com 27%.
Foram mais de 400 empresas pesquisadas – companhias com faturamentos entre US$5 milhões e US$150 milhões, que a Pricewaterhouse considera como indicadoras do mercado. Para Mark Lobel, gerente sênior para segurança e serviços de privacidade da consultoria, no início desse ano, houve aumento nos orçamentos de segurança nas grandes organizações. Mas essas companhias, segundo ele, não estão investindo de forma consistente em segurança à medida em que crescem.
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