Entre os pilares que sustentam o atual ambiente de negócios, certamente, a inovação se tornou um ponto chave para o crescimento de qualquer empresa. Deste modo, quando pensamos em inovar, o termo abrange desde a implementação de tecnologias disruptivas, até uma transformação em toda a cultura e gestão organizacional.
Nesse sentido, para o desenvolvimento de um ambiente inovador, uma das estratégias mais aplicadas entre os gestores nos últimos anos é a adoção de uma cultura colaborativa, em que todos os profissionais estão sintonizados e prontos a colaborar com atitudes, ideias e opiniões que agreguem valor ao negócio.
Para se ter uma dimensão, a consultoria PWC realizou um estudo apontando que, anualmente, a economia colaborativa movimenta uma média de US$ 15 bilhões em todo o mundo. Para os próximos seis anos, as projeções são de que esse valor alcance cerca de US$ 35 bilhões.
Posto isso, é importante destacar que, a cultura colaborativa, se bem gerida, além de lucro para a economia, pode trazer ganhos inumeráveis à empresa, tornando o ambiente cada vez mais harmônico, alinhado e eficiente. O aumento do engajamento e produtividade entre os profissionais, por exemplo, merece destaque, uma vez que, com essa prática, todo o time passa a atuar em conjunto, trazendo ideias “fora da caixa”. Dessa maneira, toda a empresa tende a ganhar.
Para tanto, nesse processo, o gestor tem um papel essencial, visto que ele será o responsável por dar o pontapé inicial e promover essa mudança de mentalidade. Sendo assim, é importante que ele atue com liderança, buscando por estratégias que tornem essa prática eficiente, sempre estimulando o time com uma relação de proximidade, com diálogo, criatividade e respeito.
Quando pensamos em como construir uma cultura pautada na colaboração, acredito que o primeiro passo é entendermos a dinâmica dos nossos negócios, valorizando as diferenças e atributos de cada um e enfatizando os pontos fortes e a maneira com que cada integrante da equipe pode contribuir para o negócio.
Com isso distinguido, é hora de inspirar! Se o líder não conseguir estabelecer um objetivo em comum entre toda a equipe, motivando-os, toda a construção de uma nova mentalidade será ineficiente. Dessa maneira, uma boa estratégia é traçar metas e recompensas, despertando o desejo de cooperação de todos.
Além disso, é importante que o gestor proporcione a seus profissionais um novo ambiente de trabalho que seja moderno e descontraído, a fim de desconstruir a percepção daquele local cercado de pressão e monotonia. Com isso, o time terá mais liberdade para se dialogar e trocar ideias produtivas que, por conseguinte, possibilitarão ainda mais inovação para o negócio.
Por fim, é importante tornar todo esse processo de colaboração uma atividade contínua, uma vez que o universo corporativo se reinventa dia após dia. É papel do gestor, ainda, monitorar como a equipe está recebendo e lidando com essas mudanças, para que a empresa sempre esteja alinhada aos mesmos propósitos; e os colaboradores, contribuindo progressivamente para seu sucesso e da companhia.
*Fernando Brolo é Partner Sales na LogiThink, empresa a serviço da reinvenção da tecnologia. A companhia é o novo nome do braço tecnológico do Grupo b2finance, que atua com Auditoria e Outsourcing e é associada à KRESTON
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