A partir de julho de 2001,a empresa pretende inciar fabricação local dos equipamentos, a partir de um acordo de terceirização com a Celéstica, em Campinas, interior de São Paulo.
A meta da empresa é atender a América Latina, mas Ricardo Pence, diretor de vendas para a região, não adianta as perspectivas de negócios. Ele afirma que um dos diferenciais da companhia terá no mercado é a redução de custos, se comparado com linhas dedicadas. A Com21 enfrentará no mercado local a concorrência de empresas que acessam serviços ADSL e RDSI, como o Speedy, da Telefônica.
Pence citou dados do mercado, em que até o final de 2001 serão comercializados 350 mil cable modems no Brasil. “Queremos conquistar a maior fatia desse mercado”, assegura o executivo, sem dra projeções mais especiíficas.
A companhia vai comercializar seus produtos através das companhias de TV a Cabo, para os usuários finais, e conta com a distribuidora Officer para atingir o mercado corporativo.
A computação quântica ainda não tem aplicação comercial em escala. A Hewlett Packard Enterprise (HPE)…
A China voltou a defender a criação de mecanismos internacionais de governança para inteligência artificial…
A SpaceX alcançou um marco importante e histórico poucos dias após sua estreia na bolsa…
A inteligência artificial já entrou no radar estratégico das empresas brasileiras, mas sua adoção ainda…
Na visão de Domingos Bruno, especialista do IT Forum Inteligência, o CIO do futuro não…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a posição brasileira sobre governança digital e inteligência…