Já sabemos que o trabalho mais sexy do século 21 é o de cientista de dados. Uma leitura de reportagens e blogs descrevendo o profissional e seu material ? Big Data ? revela vários temas interessantes. Primeiro deles, dados são onipresentes, grandes e estão vindo em com alta velocidade de crescimento. Segundo, ferramentas tradicionais que foram usados para extrair e analisar informações do século 21 não são efetivas neste novo cenário. Terceiro, incrivelmente, poucas pessoas têm habilidades necessárias para traduzir esse tsunami em análise com sentido, tornando esses profissionais muito visados no mercado de trabalho.
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Até 2018, a McKinsey estima que haverá uma falta de talento analítico aprofundado de quase 200 mil pessoas. Como uma acadêmica e uma consultora de práticas estatísticas aposentada, acredito que universidades tenham que direcionar o desafio e parceria com setores públicos e privados para fechar essa conta.
Algumas empresas, como EMC/Greenplum e IBM, estão passando as universidades e desenvolvendo esses profissionais dentro de casa. Isso é razoável em um movimento de curo prazo, dada a falta de estudos regulares. No entanto, se a falta de talentos deve ser fechada, universidades precisam, em longo prazo, repensar a aposta em cientistas de analíticos.
*Este texto foi moderadamente editado para retirar características regionais dos Estados Unidos
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