Rodrigo Frizzi, CEO da BRQ. Foto: Divulgação
A BRQ Digital Solutions iniciou 2026 com crescimento de receita e avanço em sua estratégia de transformação para um modelo operacional baseado em inteligência artificial. No primeiro trimestre do ano, a companhia registrou receita líquida de R$ 159 milhões, resultado 16,5% superior ao obtido no mesmo período de 2025. O lucro bruto apresentou expansão ainda maior, com alta de 19,4% na comparação anual.
Segundo a empresa, o desempenho foi impulsionado pela ampliação do uso de inteligência artificial tanto em processos internos quanto nos projetos desenvolvidos para clientes, consolidando uma estratégia que busca integrar tecnologia, dados e automação às diferentes áreas de atuação da companhia.
“A BRQ inicia 2026 consolidando sua evolução para um modelo AI-Native, com crescimento consistente, ganhos de eficiência e fortalecimento de seu posicionamento como plataforma integrada de geração de valor mensurável”, afirma Rodrigo Frizzi, CEO da BRQ.
A inteligência artificial passou a ocupar papel central na operação da empresa, sendo aplicada de forma transversal em diferentes especialidades e iniciativas de transformação digital. A estratégia está alinhada ao conceito de AI-First adotado pela companhia, que busca incorporar recursos de IA em processos de desenvolvimento, gestão e entrega de soluções.
“A adoção de uma abordagem AI-First contribui para ganhos consistentes de produtividade, qualidade e velocidade de execução, ao mesmo tempo em que amplia a capacidade da Companhia de escalar suas operações com maior eficiência, reforçando a evolução do modelo operacional da Companhia”, completa Frizzi.
Com 33 anos de atuação, a BRQ mantém sua estrutura organizada em Centros de Excelência Integrados, reunindo áreas como Arquitetura de Referência, Data, Analytics e AI, Mobile, Salesforce, Modernização de Legado, Cloud, Produtos Digitais e Experiência, além de Business Applications voltadas a plataformas SAP e Oracle.
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A agenda de inovação também é conduzida por meio do Innovation Hub e de iniciativas de Corporate Venture Capital (CVC), direcionadas ao desenvolvimento de soluções B2B e à expansão das capacidades digitais da empresa.
Durante o trimestre, a companhia avançou na integração entre suas diferentes especialidades, ampliando o uso de inteligência artificial nos processos de entrega e fortalecendo a capacidade de execução em projetos de maior complexidade. Segundo a BRQ, o movimento faz parte de uma evolução estrutural voltada à combinação de profundidade técnica, eficiência operacional e escalabilidade.
“A atuação da BRQ parte do entendimento profundo do contexto de negócio de nossos clientes, combinando engenharia, design, tecnologia e experiência prática para desenvolver produtos e soluções digitais aderentes a demandas reais de mercado. Essa abordagem permite à BRQ transformar desafios complexos em resultados concretos, com foco em inovação, eficiência e geração de valor sustentável”, afirma Frizzi.
A empresa também ampliou sua atuação junto a parceiros globais de tecnologia ao longo do período, fortalecendo alianças com provedores como AWS, Google Cloud, Microsoft, Salesforce, Oracle, Databricks, Datadog e FullStory. A estratégia reforça o posicionamento da BRQ nos segmentos de nuvem, dados e inteligência artificial.
Outro destaque da companhia é o modelo denominado Squads-as-a-Service by AI, que combina equipes multidisciplinares com o uso intensivo de inteligência artificial em diferentes etapas dos projetos. A proposta busca integrar competências de estratégia, desenvolvimento, dados, experiência e IA em uma única estrutura de entrega.
“Esse modelo contribui para acelerar a construção de ativos digitais, ampliar produtividade e qualidade, fortalecer a governança de delivery, segurança, custos e disciplina operacional, além de reduzir riscos na execução. As squads integram estratégia, desenvolvimento, dados, IA e experiência, ampliando a capacidade de entrega de geração contínua de valor para os clientes. A inteligência artificial, como elemento estruturante do modelo operacional, acelera entregas e viabiliza ganhos de escala”, finaliza Frizzi.
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