O Brasil se tornou, segundo o Global Crypto Adoption Index, o sétimo maior mercado global de criptomoedas. O País subiu sete posições no ranking geral de adoção quando comparado com a edição do ano passado. Na América Latina, o Brasil lidera a adoção.
O ranking, que avalia os 20 países que mais difundiram criptomoedas em suas economias, indica que os mercados emergentes dominam o índice de adoção. Dezoito dos vinte países do ranking têm economias emergentes ou em desenvolvimento (exceto Estados Unidos e Reino Unido). Esses mercados tendem a adotar Bitcoin e stablecoins mais facilmente do que outros países.
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Segundo o índice, o Brasil manteve o alto volume de valores recebidos por serviços centralizados – em detrimento do baixo volume de trocas P2P -, indicando maior uso de criptomoedas como ferramenta de investimento.
O contrário é observado em países latinos cujas moedas têm sido pressionadas por períodos intensos de volatilidade – como Argentina, Colômbia e Equador, de acordo com a avaliação do ranking.
O Vietnã manteve a liderança do ranking, enquanto Estados Unidos (5º) e China (10º) subiram três posições cada.
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