O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, reforçou o coro do governo em torno da criação de um plano nacional de banda larga. Durante o programa de rádio Bom Dia, Ministro, Bernardo afirmou que a meta é levar internet rápida a preços acessíveis e que os valores de mensalidade em discussão variam entre R$ 25 e R$ 35.
De acordo com o ministro, o projeto deverá utilizar a rede de fibra ótica da antiga Eletronet, que, agora, pertence ao governo. O mecanismo de acesso pode ser feito em parceria com empresas privadas. “(A empresa) terá o acesso à fibra óptica e vai fornecer para o usuário. Vamos condicionar que tenha um preço compatível.”
Para Paulo Bernardo, não poderá haver, neste caso, venda casada, em que a operadora oferece a internet com o telefone fixo, uma vez que isso aumentaria os custos para o usuário. A ideia é que, depois de lançado, o projeto de uso da fibra óptica se dissemine pelo País em dois anos.
O ministro informou ainda que o debate sobre o assunto foi interrompido por conta da elaboração do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 e que o tema deve voltar à pauta de discussão no final deste mês ou início de abril.
A adoção de cabos de eletricidade para levar internet, de acordo com Bernardo, também está em teste pelas distribuidoras de energia elétrica e pode ser mais uma opção de acesso à banda larga com preço menor.
*Com informações da Agência Brasil
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