De acordo com Graham Cluley, consultor sênior de tecnologia da Sophos, o Doomjuice deixa a fonte do MyDoom.A nos computadores os quais contamina, tendo ainda um sistema de rastreamento de máquinas já infectadas pelas duas primeiras versões do vírus.
“O autor pode estar espalhando o código em computadores inocentes como forma de esconder no meio da multidão”, observa o executivo. Cluley ressalta que outra tática pode estar sendo usada pelo hacker ao espalhar o código em PCs, a qual facilitaria a criação de novas variantes do vírus, por outros criadores. Mas na sua opinião, o principal motivo é, realmente, esconder o rastro.
O Doomjuice é apenas uma das pragas que começou a se disseminar essa semana, em busca de comutadores já infectados pelo MyDoom.A e pelo MyDoom.B, sendo que o outo é o Deadhat. A diferença entre os dois é que o Doomjuice está programado para lançar um ataque de DoS (denial of services) contra o site da Microsoft.
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