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Automação tecnológica resultará no corte de 5,1 milhões de empregos em cinco anos

Inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, impressão 3D e biotecnologia são tendências interessantes e podem contribuir positivamente para uma série de atividades e resolver problemas antes sem solução. No entanto, esse cenário de evolução tecnológica, que o Fórum Econômico Mundial chama de quarta Revolução Industrial, resulta em grandes desafios, exigindo a adaptação de governos, empresas e indivíduos. 

Segundo estudo feito pelo Fórum Econômico Mundial, intitulado “O futuro do trabalho”, a crescente automação e outros avanços tecnológicos já em curso vão resultar no corte de 7,1 milhões de empregos nos próximos cinco anos. O levantamento foi realizado em 15 países, incluindo o Brasil, concentrando 65% da força de trabalho mundial.

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De acordo com a pesquisa, nem mesmo a criação de 2 milhões postos de trabalho vai conseguir compensar o desiquilíbrio, resultando em um déficit de 5,1 milhões de empregos. Apesar da constatação, o setor que criará mais empregos é o de Tecnologia da Informação e da Comunicação, seguido por Serviços Profissionais, Mídia e Entretenimento. Já o de saúde é que mais será impacto negativamente, segundo o levantamento.

Para responder ao desafio, os entrevistados pelo estudo indicaram que a saída é investir na requalificação dos profissionais, além de apostar em estratégias para permitir mais mobilidade dos trabalhadores e promover ‘job rotation’.

Em um dos capítulos do estudo, dedicado ao Brasil, é possível observar que uma das estratégias defendidas pelas pessoas ouvidas são requalificação dos trabalhadores (59%) e mobilidade (52%).

Um dos entraves observados no Brasil para superar a revolução que vive o mercado profissional é a falta de entendimento das mudanças, item citado por 55% dos entrevistados, além de força de trabalho não alinhada à estratégia de inovação, com 48%, e pressão dos acionistas por resultados no curto prazo, também com 48%.

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Published by
Redação
Tags: automaçãoimpressão 3Dinteligência artificialnanotecnologiarobótica
10 anos ago

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