Na sua opinião, um dos fatores responsáveis por esse cenário é o uso maciço do e-mail, principal meio de propagação de vírus e cavalos de tróia. “Além disso, o hacker gosta que sua ação seja bem conhecida e publicada na mídia. Com isso, a tendência é o surgimento de mais pragas, onde o mais preocupante é a possibilidade de surgirem vírus com riscos mais elevados”, analisa. Patrícia aposta em uma incidência 80% maior neste primeiro semestre, em comparação ao mesmo período de 2003.
De fato, todo o mercado está apreensivo sobre a questão, até mesmo porque a velocidade de propagação das pragas virtuais é tão grande que as companhias não conseguem acompanhar as atualizações que devem ser feitas para impedir estragos. Só para se ter uma idéia, estimativas do Gartner avaliam perdas em US$ 250 milhões com o MyDoom, relativos a perda de produtividade e de negócios, enquanto o Mi2g avalia prejuízos de algo em torno de US$ 3 bilhões.
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