Só neste mercado, a pirataria tem feito com que o investimento em novos artistas caia em aproximadamente 18% ao ano. “A parceria na luta contra a comercialização ilegal feita na Web é o primeiro passo para garantir os direitos de nossos compositores e artistas”, declara Márcio Gonçalves, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Discos.
A estimativa é de que existam no país mais de 12 mil endereços virtuais vendendo produtos falsificados. A meta é alertar os sites sobre o crime; fornecer subsídios aos consumidores ajudando na identificação de produtos piratas; além de apresentar a legislação que garante a proteção dos direitos autorais.
Participam da aliança a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Business Software Alliance (BSA), Interactive Digital Software Association (IDSA), Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográfico (Apdif), União Brasileira de Vídeo (UBV) e Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (Adepi).
A campanha obteve também a adesão dos leilões online Mercado Livre, Arremate, Ibazar e Lokau, que fecharam parceria com as associações para as atividades de detecção e remoção de produtos piratas ofertados por alguns de seus usuários. Só em 2002, 100 sites que comercializavam filmes ilegais foram retirados do ar e dez pessoas que vendiam esses produtos pela Web foram presas em flagrante, nos últimos meses.
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